sábado, 16 de abril de 2011

Gostos, cores e amores.

Certas vezes, tenho vontade de pegar meu violão e sair porta à fora sem voltar mais, sem destino, sem complicações, sem responsabilidades. Pense bem o quanto seria bom não dar satisfações a ninguém, nem namorado, nem pai, nem mãe, nem amigos, nem ninguém.
Gosto de ser livre, e de ser presa também, gosto de tocar violão e escutar músicas acústicas que me fazem viajar, e nem sei pra onde. Odeio coisas espalhafatosas, apesar de ser bastante assim, não gosto que me critiquem pela minha personalidade ou por alguma coisa que eu fiz de errado. Já errei muito, e quem não errou? Já gostei de alguém na primeira vez que vi, e já me iludi muito com falsas promessas que estavam na cara que era mentira, e só eu acreditava. Mas mudei. Mudei quem sabe pra melhor, ou talvez pra pior.
Mudei o jeito de me vestir, de falar, de andar, mudei as companhias, as atitudes, as amizades, mudei o pensamento, o coração, as crenças, mas não os objetivos.
Pretendo cursar na faculdade biomedicina ou engenharia química, algo contra quem gosta de química? ou quem vai lidar com mortos o tempo todo sendo médica legista? Se tiverem algo contra, falem, mas falem pra mim, não pelas minhas costas.
Pessoas que falam mal pelas costas e alguém não tem o mínimo de decência, não tem o mínimo de caráter pra expor suas opiniões sobre os outros na cara deles. Tenham o mínimo de vergonha e parem de falar.
Sou bem gritalhona, bem normal, e apesar da pouquissíma idade sei bem o que é sofrer em relação a muitas coisas. Antes de falar de mim, tire tempo pra se colocar em meu lugar e passar certas coisas que me abalaram mas que passei por cima, ai então você verá o quanto é ruim se sentir mal.
Afinal, gostos, cores e amores, não se discutem.

Nenhum comentário:

Postar um comentário